IBGEeduca é apresentado em oficina para servidores do IBGE no Rio de Janeiro
04/05/2026
Difundir cada vez mais as informações sobre projetos, ações e dados que gerem impacto na vida das pessoas e nas instituições espalhadas pelo Estado, gerando um engajamento consistente dos informantes. Este foi o objetivo da Superintendência Estadual do IBGE no Rio de Janeiro (SES/RJ) ao reunir os servidores que atuam em áreas estratégicas na sede e de agências do interior em oficinas sobre o Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) e o IBGEeduca. A capacitação, que faz parte de um projeto de sensibilização, aconteceu na terça-feira, 27 de abril, no Centro de Inteligência Corporativa (CIC) do IBGE, no Centro do Rio de Janeiro.
Durante todo o dia, servidores da capital e os chefes de agências das cidades de Itaperuna, Macaé e Campos aprenderam sobre as plataformas mantidas pelo IBGE e que podem colaborar para aproximar a coleta dos informantes, devolvendo os dados repassados em forma de conhecimento. As oficinas abordaram eixos teóricos, e, principalmente, as técnicas e didáticas a serem utilizadas no momento da transmissão deste conhecimento.

Na etapa relativa ao IBGEeduca, a abertura foi realizada pelo Gerente de Assuntos Educacionais, Marcos Balster. Em seguida, a servidora Renata Cristina Freire Corrêa, enfatizou a trajetória do projeto nas escolas espalhadas pelo Brasil e deu insumos aos participantes para que entendessem como apresentar o IBGEeduca, que oferece conteúdos lúdicos e atualizados sobe o território e a população brasileira.

Em seguida, explicou a estrutura do site e como as informações estão disponibilizadas dentro dele, bem como as linguagens e recursos utilizados para comunicação com o público-alvo. “Este encontro é uma via de mão dupla. Além de multiplicar o efeito do IBGEeduca, pois as pessoas que trabalham na coleta estão em contato com municípios e, frequentemente, fazem reuniões nas secretarias de educação, por exemplo, eles nos inspiram em possíveis novos conteúdos e projetos. Saímos daqui hoje com novas ideias, com percepções de outras demandas que podemos fazer”, disse Renata.