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O IBGE publicou um estudo para aprofundar as reflexões sobre o papel atual e esperado das mulheres na sociedade, as desigualdades persistentes entre homens e mulheres, o exercício de direitos e equalização de oportunidades, independentemente do sexo.

Confira as principais informações reveladas pelo estudo.

Mesmo em meio a tantas transformações ocorridas ao longo do último século (maior participação das mulheres no mercado de trabalho, crescente escolarização, maior acesso à informação), as mulheres seguem dedicando relativamente mais tempo aos afazeres domésticos e cuidados.

Em 2016, os homens dedicaram em média 10 horas e meia por semana aos cuidados de pessoas e/ou afazeres domésticos, enquanto o tempo dedicado pelas mulheres a estas tarefas foi de cerca de 18 horas por semana.

 

Mulheres que precisam conciliar trabalho remunerado com os afazeres domésticos e cuidados, em muitos casos, acabam tendo empregos com menos horas semanais.

Enquanto 14,1% dos homens estavam em empregos de até 30 horas semanais, 28,2% das mulheres das tinham empregos com até esta carga horária.

 

Em relação ao que é recebido pelo trabalho, as mulheres brasileiras recebem cerca de ¾ a menos do que os homens, sendo que em 2016 o salário médio mensal dos homens no Brasil foi de R$ 2.306, enquanto o das mulheres foi de R$ 1.764.

 

Quanto à educação, mostra-se uma tendência geral de aumento da escolaridade das mulheres em relação aos homens, sendo que as mulheres atingem em média um nível de instrução superior ao dos homens.

 

Entre os homens com 25 anos ou mais de idade, 13,5% têm ensino superior completo. Já entre as mulheres com 25 anos ou mais de idade no país, 16,9% completaram o ensino superior.

 

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