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Superintendência do IBGE no RJ compartilha ferramentas pedagógicas com educadores de diversos municípios do Rio
A Superintendência Estadual do IBGE no Rio de Janeiro (SES/RJ) compartilhou com educadores, gestores e comunidade escolar de diversos municípios do estado os conhecimentos sobre as ferramentas disponíveis no IBGEeduca e os resultados da última edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE). As informações foram apresentadas nesta terça-feira (23), de forma on-line, durante o II Fórum de Partilha, que fortalece a Educação de Jovens e Adultos (EJA) e faz parte do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação desse segmento escolar.
Nesta edição, o Fórum reuniu cerca de 78 educadores, gestores e representantes da comunidade escolar de municípios como Seropédica, Itaguaí, Duque de Caxias, Itaperuna e da capital. O objetivo foi socializar práticas pedagógicas, combater a evasão e fortalecer a inclusão.
A SES/RJ foi representada pelos servidores Dione de Oliveira e Cássio Fonseca, que reafirmaram a importância do IBGE como órgão de Estado, produtor de informações fundamentais para o conhecimento da realidade brasileira e para a construção de políticas públicas. Eles apresentaram um material preparado pela equipe do IBGEeduca sobre a plataforma e suas ferramentas. Muitos professores desconheciam o projeto e manifestaram interesse em explorar os conteúdos disponíveis em suas aulas. Foi apresentado também um retrato das condições de saúde dos estudantes brasileiros, com foco no estado do Rio de Janeiro, por meio da PeNSE 2024.

Conhecimentos foram apresentados no II Fórum de Partilha, que faz parte do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (EJA)
Segundo Dione de Oliveira, a Superintendência tem realizado um trabalho de sensibilização de diferentes setores da sociedade por meio de ações institucionais. “Nossa participação neste evento reflete isso. O objetivo é ampliar o conhecimento sobre o IBGE, sobre o que fazemos e como o nosso trabalho se traduz em recurso para reflexão, para o trabalho de outros e para pautar melhorias sociais. Os professores são agentes privilegiados para a disseminação dos conteúdos como os que apresentamos neste Fórum. Acreditamos que, com a ampliação da nossa presença nestes espaços, teremos mais facilidade de acessar nossos informantes”.
Já o servidor Cássio Fonseca ressaltou que apesar de a PeNSE não investigar diretamente as condições de vida dos alunos da EJA, muitos professores trabalham em jornadas que englobam as turmas regulares amostradas. “Além disso, frequentemente ensinam para os pais, irmãos mais velhos ou vizinhos dos adolescentes do ensino regular. Eles estão em contato com as pessoas que influenciam diretamente o ambiente doméstico desses jovens”.
A mesa do Fórum também foi composta pelo gestor Mário Sérgio Souza, que retratou as diversas articulações feitas pelo Programa de Saúde na Escola (PSE) de Duque de Caxias com as representações e parceiros nos territórios, a fim de fortalecer o programa e combater a vulnerabilidade dos estudantes.
Professores avaliam a participação do IBGE
Para o professor da Rede Municipal de Duque de Caxias, Ricardo Rodrigues, conhecer o IBGEeduca foi muito importante. “É uma variedade de informações e conteúdos que podem auxiliar os educadores de diversas áreas no enriquecimento das aulas e atividades escolares”.
Da mesma forma, a também professora de Duque de Caxias, Fernanda Cristina, avaliou positivamente os temas abordados pelo IBGE. “É importante, pois oferecem dados que nos ajudam no nosso cotidiano, melhorando a maneira de trabalhar com o nosso público”.
Já para a educadora Simone Vilela, que trabalha no Centro de Educação de Jovens e Adultos (CEJA), os dados da PeNSE e do IBGEeduca são instrumentos muito importantes para o planejamento das atividades com os educandos. “São muito valiosos para o preparo das aulas e para lidar com esses jovens”, finaliza.